terça-feira, 7 de outubro de 2008

Exposição, Yôga e Cleans Partys na Fonte Velha Bar, Rio Maior!



Todos os domingos às 18 horas com bolinhos caseiros e chá indiano!

fotos: Inês Sequeira, Tiago Sena e Manuela Soares


sexta-feira, 3 de outubro de 2008

domingo, 21 de setembro de 2008

Chá afrodisíaco da nossa amiga Zélia Sakai (com autorização expressa da autora).


www.plantasmedicinaisecologia.blogspot.com


Segundo lendas orientais a descoberta do chá deve-se aos monges ermitãs, habitantes das montanhas virgens. Dedicados á contemplação e à meditação procurando constantemente harmonizar-se com o ritmo do universo, sentiram a afinidade entre determinadas plantas e a água cristalina da nascente, estabelecendo, assim, uma aliança harmoniosa revelada numa bebida límpida e de deliciosos aromas e sabores. A descoberta do chá atribuí-se à época anterior à utilização do fogo.


PLANTAS MEDICINAIS AFRODISÍACAS

A pedido de muitas pessoas apresento um artigo sobre plantas medicinais com acção afrodisíaca. Este tema será desenvolvido em receitas de culinária à base de produtos de origem vegetal, nomeadamente de algas marinhas.

Existe uma variedade de plantas medicinais com acção afrodisíaca reconhecida desde tempos remotos pelas suas qualidades energéticas e estimulantes da circulação sanguínea, favorecendo consequentemente os órgãos nobres.

Na filosofia tântrica, com origem na civilização Drávida (que imperou na Índia há cerca de 7 mil anos), a selecção das plantas de acção afrodisíaca obedece a critérios de rigor de qualidade e das suas características específicas. Embora a civilização Drávida se regesse por normas matriarcais, tinham o cuidado de seleccionar os alimentos mais apropriados para a mulher e para o homem. O gengibre, por exemplo, adquiriu um grande prestígio devido, especialmente, à sua acção afrodisíaca. No entanto, para ser bom para o homem e para a mulher, tem que se associar a outras plantas compatíveis.

Hoje apresento duas fórmulas de chá de gengibre. Uma mais apropriada para o homem e uma outra mais indicada para a mulher.

A sua preparação obedece a dois processos. Começa-se pela decocção do tubérculo de gengibre durante cerca de 3 minutos. Com o resultado da decocção, prepara-se o processo de infusão, com a água uma temperatura de cerca de 75C., em conformidade com a textura das plantas a utilizar, de modo a extraírem-se as suas propriedades em perfeita harmonia. Na infusão destinada ao homem juntei tomilho e pétalas de flores de hibisco de cor vermelha. O aroma do tomilho é um afrodisíaco positivo e as flores vermelhas do hibisco activam circulação sanguínea e consequentemente melhora a oxigenação cerebral.

Na infusão dedicada à mulher adicionei pétalas de rosa de cor amarela e folhas verdes e viçosas de manjericão. As rosas são um afrodisíaco muito generoso e basta o aroma maravilhoso do manjericão para favorecer a natureza feminina.

A harmonia das cores dos aromas e dos sabores é muito importante para o bom resultado das fórmulas. A acção afrodisíaca deverá manifestar-se beneficamente em todos os sentidos, intensificando, nomeadamente, a visão, o olfacto, o paladar e o tacto, estimulando assim a emergência de uma maior sensibilidade.

Relativamente aos aromas, nestas fórmulas são diferenciados porque a destrinça dos cheiros, em função da actividade sexual, propicia uma maior envolvência.

Chá com gengibre
Composição 1
o Tubérculo de gengibre (na proporção da falangeta do dedo polegar próprio)
Um ramo de tomilho (com cerca de 9cm)
3 pétalas de flor de hibisco de cor vermelha
Um litro de água

Composição 2
Tubérculo de gengibre (na proporção da falangeta do dedo polegar próprio)
Cinco pétalas de rosa de cor amarela
5 folhas pequenas de manjericão
Um litro de água

Processo decocção/infusão

Decocção durante 3minutos
Infusão, temperatura da água cerca de 75ºc

Descrição
Apresenta uma cor amarela suave, emana um aroma balsâmico e oferece um sabor refrescante.

Prazo de validade
A decocção de gengibre conserva-se durante 5 horas
A infusão conserva-se cerca de 15 minutos

Prescrição
Bebe-se de uma a cinco taças lentamente
Repete-se a dose no intervalo das refeições.
Na totalidade, pode beber-se um litro diariamente, durante cinco dias consecutivos.

Efeitos comprovados
A ingestão de duas a três taças deste chá proporciona de imediato um aumento de boa energia, que se traduz numa agradável sensação leveza e de bem-estar, estimulando a sexualidade.
Este chá pode também ser útil como medida preventiva contra os radicais livres e o colesterol (LDL) pela sua acção purificante e antioxidante.
É igualmente eficaz na prevenção da astenia e da obesidade.

Cuidados a ter na utilização
O gengibre numa quantidade superior à falangeta do dedo polegar próprio provoca alteração de comportamento, verificando-se excitação nervosa.
Evita o sono durante um período de tempo de 3horas.
Em caso de doença ou de medicação, consultar o médico assistente.

Alternativa
Para evitar habituação, substitui-se uma planta. Relativamente à acção afrodisíaca boa para o casal, nesta fórmula substitui-se a erva-princepe por tomilho. Pela sua acção revigorante é mais indicado para o homem.
Para a mulher recomendo a substituição das pétalas de rosas por pétalas de maravilhas, acrescentando-se folhas verdes de gerânio e pétalas de flor de laranjeira ou de madressilva, perfazendo um conjunto harmonioso. As cores verdes, amarela e branca conjugam harmoniosamente. Por outro lado, o número cinco segundo a numerologia sagrada simboliza a harmonia.
Publicado por Zélia Sakai

Vale encantado da Fonte da Bica e Salinas de Rio Maior:"Ashram" cá do Rafa!;)





sexta-feira, 29 de agosto de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Mensagens dos nossos queridos alunos








Querido Mestre
Mestre YôgaObrigada por nos trazer o Yôga Antigo e por nos levar até ele
Mestre do Coração
Obrigada por nos lembrar que amar é dar
Mestre de Sabedoria

Obrigada por nos ensinar que saber é partilhar
Mestre de Força
Obrigada por nos dizer que para chegar é preciso caminhar
Mestre da Vida

Obrigada por nos mostrar que viver é confiar
em nós, nos outros e na Vida
E receba de uma vez só flores que eu já lhe ofereci tantas vezes dentro do meu coração
.

Gabriela Reis, economista,
Caldas da Rainha, Abril 2008

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Aulas práticas 2009-Locais e Horários

Caldas da Rainha - Centro da Juventude
Terças e Quintas-Feiras
10, 13 e 20h.00 horas
-Centro Here, junto aos Pimpões
aulas particulares com marcação prévia

Rio Maior - Ginásio Boa Forma
Quartas e Sextas-Feiras
19h.30
- Discoteca Clube S
Domingos
17h.00, seguida de Clean Party
-Universidade Sénior
Quartas Feiras,16.30

Peniche, Consolação - Centro Dómus
Quartas Feiras
19h.00

Lourinhã - Ginásio Power Fit
Sábados
15h.00

Alcobaça - Empresa AgroApoio

Quintas Feiras
18h.00
Dinos`s Health Club-20h.30

Benedita - Dino`s Health Club
Segundas,20h.30 e Quartas,21h.00

Brevemente nas Salinas de Rio Maior em horários para todos os gostos: Escola de Yôga e Dança

Cursos de meditação, mantra, alimentação ecológica, técnicas corporais, descontracção, técnicas de limpeza do corpo,yôgacine, yôgabeach, yôgacamp, ...

DeRose-Desde 1960

Doutor Honoris Causa pela Ordem dos Parlamentares do Brasil.

Reconhecimento do título de Mestre em Yôga (não-académico) e Notório Saber por várias Universidades do Brasil e Europa.

Comendador e Notório Saber em Yôga pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração.

Comendador pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.

Grau de Cavaleiro pela Ordem dos Nobres Cavaleiros de S. Paulo.

Medalha de Agradecimento da UNICEF da União Europeia.

Introdutor do Yôga em Universidades da América Latina e Europa.

É um educador, um escritor, uma pessoa comum que se dedica a escrever e ensinar desde 1960.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

"Nada revela mais o q somos do q a forma como dançamos." Jamake Hoghwater

"Grande é a poesia, a bondade, e as danças ..." F.Pessoa


Certa vez um famoso bailarino improvisou alguns movimentos instintivos, porém, extremamente sofisticados graças ao seu virtuosismo e, por isso mesmo, lindíssimos. Essa linguagem não era propriamente um ballet, mas, inegavelmente, havia sido inspirada na dança.

A arrebatadora beleza da técnica emocionava a quantos assistiam à sua expressividade e as pessoas pediam que o bailarino lhe ensinasse sua arte. Ele assim fez. No início, o método não tinha nome. Era algo espontâneo, que vinha de dentro, e só encontrava eco no coração daqueles que também haviam nascido com o galardão de uma sensibilidade mais apurada.

Os anos foram passando e o grande bailarino conseguiu transmitir boa parte do seu conhecimento. Até que um dia, muito tempo depois, o Mestre passou para os planos invisíveis. Sua arte, no entanto, não morreu. Os discípulos mais leais preservaram-na intacta e assumiram a missão de retransmiti-la. Os pupilos dessa nova geração compreenderam a importância de tornar-se também instrutores e de não modificar, não alterar nada do ensinamento genial do primeiro Mentor.
Em algum momentde o na História essa arte ganhou o nome de integridade, integração, união: em sânscrito, Yôga! Seu fundador ingressou na mitologia com o nome de Shiva e com o Titulo de Natarája, Rei dos Bailarinos.
DeRose in Tratado de Yôga, Editora Afrontamento, a ser lançado em Abril em Lisboa

"E q seja perdido o único dia em q não se dançou." F. Nietzche

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

fotos:Manuela Soares

quinta-feira, 19 de junho de 2008

YÔGA DANCE






Yôga Dance no Dia Mundial da Dança, Peniche 2008, com Cris e Rita! (brevemente em filme no youtube)

domingo, 4 de novembro de 2007

A Nossa Cultura

Com quase 50 anos de trabalho na área de Yôga, cheguei à conclusão de que quando usamos o termo “Yôga”, as pessoas entendem qualquer coisa, menos Yôga. É como se, ao usar a palavra mágica “Yôga”, o usuário disponibilizasse um drive defeituoso para ler o arquivo.
Para que ele consiga entender – mais ou menos – o que estamos dizendo, precisamos pedir que substitua a palavra Yôga por outra como Ballet, Violino, Pintura, Escultura, Aikidô, Capoeira, Golfe ou Ginástica Olímpica. Aí o interlocutor nos olha com uma indisfarçável perplexidade de quem acabou de despertar e, se for inteligente, percebe que estava sendo preconceituoso nas suas interpretações anteriores.
Isso ocorre quando alguém pergunta: “Mas o que é o Yôga?” Ora, alguém perguntaria o que é Golfe? No entanto, as pessoas sabem tanto sobre esse esporte quanto sabem sobre a nossa filosofia. Ou seja, nada! Apesar disso, ninguém pergunta o que é Golfe. Como pode, então, tanta gente perguntar sistematicamente o que é o Yôga se há mais de meio século esse tema está sendo abordado em todas as revistas, jornais e emissoras de televisão?
“Para que serve o Yôga?” Ora, alguém perguntaria para que serve Tênis, ou Dança de salão, ou Pintura, ou Escultura? Basta substituir a palavra Yôga pelo nome de alguma outra disciplina, arte ou modalidade esportiva e percebemos que o drive estava mesmo defeituoso e leu errado o conteúdo do arquivo.
Fenômeno idêntico se verifica quando este ou aquele indigna-se quando afirmo que o Yôga é para gente jovem (note bem: eu não insinuei que os mais velhos estivessem impedidos de praticar, mas apenas que não direcionamos o nosso trabalho à terceira idade). Contudo, se substituirmos a palavra Yôga, ninguém se melindra caso alguém declare que Ginástica Olímpica é para gente jovem.

A disciplina e a reverência observadas em uma escola de Aikidô são muito semelhantes às que se preconizam em uma escola de Yôga. Mas sendo ambiente de Yôga, tais atitudes são tachadas de misticismo. No âmbito das artes marciais, ao contrário, as mesmas atitudes são admiradas e elogiadas como exemplos de seriedade, ordem e bom comportamento.
O Mestre de Capoeira é respeitado em seu título, mas o Mestre de Yôga tem que amargar as insolências de certas pessoas que se sentem incomodadas com o nome da sua profissão, seu grau legitimamente conquistado, pessoas essas que recusam-se petulantemente a lhe conceder o mesmo tratamento que confeririam a um Mestre de Jangada ou a um Mestre de Karatê.
Ocorrem, às vezes, questionamentos ou cobranças que se fazem nas instituições de Yôga e que seriam descabidos numa escola de segundo grau, num curso de inglês ou numa academia de musculação. Há atitudes perpetradas por parte da opinião pública que não seriam admissíveis em qualquer outro ambiente, mas em se tratando de Yôga todos acham normal. Certa vez uma pessoa entrou em um estabelecimento de Yôga, pediu um livro, agradeceu e já ia saindo quando a recepcionista chamou-a e lembrou-a de que ela havia se esquecido de pagar pelo exemplar.
– Ué! Tem que pagar?
– É claro que tem.
– Mas aqui não é Yôga?
– Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Você está levando um livro que tem o seu custo, foi adquirido da editora e está aqui para ser vendido.
– Não acredito que você não vai me deixar levar o livro.
– Você está brincando, não está?
– Ah! Vocês são muito comerciais! Pode ficar com o livro. Eu não quero mais saber desse Yôga e vou falar mal de vocês com todo o mundo.
Eu sei, você me diria que essa pessoa é psiquiatricamente perturbada. Concordo. Mas por que a mesma personagem não comete uma atitude dessas numa academia de aeróbica ou num curso de inglês? O mais chocante é que o tal “todo o mundo” a quem ela contar essa história, sendo público de Yôga, lhe dará razão e achará que errado estava o estabelecimento que não a deixou levar o livro sem pagar.
Uma das circunstâncias mais surrealistas é quando a Imprensa vem nos entrevistar sobre Yôga e não nos deixa falar de Yôga. Quer que respondamos perguntas sobre amenidades, celulite, terapia, misticismo, religião, zen e tudo o que o Yôga não é. Quando começamos a dissertar sobre o fascinante e expressivo universo do Yôga como uma cultura abrangente que está arrebatando o interesse de milhões de jovens em tantos países, proporcionando refinamento, aprimoramento pessoal e evolução interior, bem... aí o jornalista não escreve nada do que o entrevistado declarou e completa as lacunas por conta própria com os lugares-comuns que o editor-chefe lhe incumbira.

As pessoas entendem por Yôga algo que o consumidor faz dentro da sala de uma academia: uns respiratórios, umas técnicas esdrúxulas, uns relaxamentos. Eu entendo por Yôga toda uma cultura muito mais abarcante, que inclui tudo o que façamos no trabalho, no esporte, nos estudos, na arte, nas relações afetivas, no relacionamento social, na alimentação e nos hábitos de vida. Então, quando aludo ao Yôga, não estou me referindo à mesma coisa que meu interlocutor está escutando. Assim sendo, se as pessoas entendem por Yôga outra coisa, a solução é evitar esse termo para minimizar os mal-entendidos. De que chamar, então, isso que eu chamo de Yôga, mas que a população não entende dessa forma? Decidi denominar provisoriamente essa filosofia de “A Nossa Cultura”.

DeRose

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Cronologia Histórica do Yôga

Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi. Esta é a definição proposta por Mestre DeRose em vários congressos internacionais e que, afortunadamente, tornou-se uma das mais aceitas por todos os tipos de Yôga, os quais consideraram-na a única que abarca as propostas de todos.

Samádhi é o estado de hiperconsciência que só pode ser desenvolvido pelo Yôga. Samádhi está muito além da meditação. Para conquistar esse nível de megalucidez, é necessário operar uma série de metamorfoses na estrutura biológica do praticante. Isso requer tempo e saúde. Então, o próprio Yôga, em suas etapas preliminares, providencia um acréscimo de saúde para que o indivíduo suporte o empuxo evolutivo que ocorrerá durante a jornada; e provê também o tempo necessário, ampliando a expectativa de vida, a fim de que o yôgin consiga, em vida, atingir sua meta.

Os efeitos sobre o corpo, sua flexibilidade, fortalecimento muscular, aumento de vitalidade e administração do stress fazem-se sentir muito rapidamente. Mas para despertar a energia chamada kundaliní, desenvolver as paranormalidades e atingir o samádhi, precisa-se do investimento de muitos anos com dedicação intensiva. Por isso, a maioria dos praticantes de Yôga não se interessa pela meta da coisa em si (kundaliní e samádhi). Em vez disso, satisfaz-se com os fortes e rápidos efeitos sobre o corpo e a saúde.

O Yôga ensina, por exemplo, como respirar melhor, como relaxar, como concentrar-se, como trabalhar músculos, articulações, nervos, glândulas endócrinas, órgãos internos, etc. através de técnicas corporais belíssimos, fortes, porém que respeitam o ritmo biológico do praticante. A prática completa do SwáSthya Yôga compreende oito tipos de técnicas (mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriya, ásana, yôganidrá, samyama) que vão atuar em oito áreas distintas, promovendo um aperfeiçoamento multilateral.

Sobre o nosso Método: O Método DeRose ensina como respirar melhor, como relaxar, como concentrar-se e cultivar a qualidade de vida. A nossa casa é um espaço de cultura e bem-estar. Um ambiente onde poderá participar de aulas práticas de Yôga, tanto em grupo quanto com personal trainer. Se nos quiser conhecer, visite o nosso site e descubra porque milhares de pessoas em vários países já adoptaram o nosso Método. www.metododerose.eu Sobre o SwáSthya Yôga: SwáSthya(diga Suástia) é o nome da sistematização do Yôga Antigo, Pré-Clássico, o Yôga mais completo do mundo.

A característica principal é sua prática ortodoxa denominada ashtánga sádhana. O SwáSthya Yôga alcançou grande notabilidade, pois representa o reconhecimento de uma estirpe muito mais ancestral do que o Yôga Clássico. O SwáSthya Yôga é a sistematização da linhagem Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga, pré-clássica, pré-ariana, pré-vêdica, proto-histórica: a mais antiga, portanto, a mais autêntica. O facto é que jamais alguém se deteve a estudar o Yôga primitivo do povo drávida, que floresceu em Mohenjo Daro, no vale do Indo, a noroeste da Índia.

Os atuais hindus são descendentes dos invasores arianos que chegaram milhares de anos depois e subjugaram os drávidas. A partir de então, tudo o que se referia à cultura dravidiana foi condenado à exclusão e ao esquecimento. O Yôga sobreviveu graças à sua arianização, o que equivale a dizer, graças à sua deturpação. Mediante a inversão diametral dos valores comportamentais antes vigentes no Yôga, ele se adaptou deixando de ser tântrico para ajustar-se à nova ordem brahmácharya e, assim, tornou-se aceito pelos áryas vitoriosos na grande guerra de invasão. Por isso, quando foi apresentada a primeira codificação mundial do SwáSthya Yôga ocorreu algo como uma revolução na história do Yôga. O mais interessante é que todos os fatos eram dados conhecidos e publicados há tempos em obras conceituadas sobre História, Arqueologia, Antropologia, Yôga, Sámkhya, etc. Se houve algum mérito ele foi apenas o fato de combinar essas informações de tal forma que ninguém pudesse negar suas conclusões. Os que tentam contestá-las, fazem-no mediante um discurso tão visivelmente emocional, e sem apresentar nenhuma documentação legítima, que perdem a credibilidade. Sobre isso, não admita questionamentos gratuitos, nem “blefes”. Exija que o eventual contestador apresente provas, ou seja, um livro contendo os elementos fundamentais da nossa estrutura, conforme estudaremos na próxima questão, e com data de publicação anterior à do Prontuário de SwáSthya Yôga. O livro mais antigo encontrado sobre um Yôga possivelmente aparentado com o nosso chama-se SwáSthya aur Yôgásana e foi publicado na Índia na década de 80, portanto, muitos anos depois do Prontuário de SwáSthya Yôga ter tido várias edições no Brasil e na Europa, anos depois dessa obra ter sido introduzida nos mosteiros e bibliotecas públicas da Índia

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Nossos alunos com DeRose









Alunos do Oeste com DeROSE nas Livraria Barata e Fnac Colombo

CURRICULUM VITAE


António Fróis Rafael Ferreira


- Bacharel em Jornalismo, foi director e um dos fundadores do semanário "Região de Rio Maior"; foi ainda chefe de redacção do jornal "O Riomaorense" e correspondente do semanário "O Ribatejo"
- Cursou Ciências Religiosas na Universidade Católica de Lisboa. - Formado em Yôga e Bio-Ex. (Exercícios Biológicos) pela Universidade de Yôga em convénio com a Universidade Lusófona de Lisboa.
- Fundador do Centro de Yôga Caldas em 2004 sedeado no Centro da Juventude de Caldas da Rainha.
- Animador do Verão Foz do Arelho desde 2003.
- Presenter em meetings nacionais e internacionais de fitness.
- Colaborador da empresa Corpo São – Treino Personalizado.
- Docente no Ginásio Boa Forma de Rio maior desde 2002 e nas Universidades Sénior de Rio Maior e Caldas da Rainha

segunda-feira, 16 de maio de 2005

Bibliografia recomendada





Literatura recomendada

"Antes de se ter algum tipo de relação profissional com livros, não se descobre quão ruim é a maioria deles."George Orwell

Resista heroicamente à tentação de ler qualquer coisa, só por tratar-se de Yôga ou de alguma matéria supostamente semelhante. Repito: melhor é reler várias vezes um bom livro do que ler vários livros novos que possam ser nocivos. E, convenhamos, com uma bibliografia tão boa e extensa, você não tem necessidade de sair gastando o seu tempo e dinheiro com livros que poderão prejudicar não apenas a sua cultura, mas também a sua saúde mental.

Consulte o capítulo sobre Egrégora.Procure ler primeiramente as obras abaixo, mais ou menos nesta ordem, dependendo da disponibilidade das editoras. Com esta base sólida de boas obras, depois poderá ler qualquer coisa, pois já terá desenvolvido o senso crítico. Note que um bom número dos livros recomendados são de outros autores, de outras linhas de Yôga e até de temas que não tratam de Yôga.

01. DeRose, Tratado de Yôga, Nobel (Brasil) e Afrontamento
02. DeRose, Quando é preciso ser forte, Nobel (Brasil).
03. DeRose, Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga, L&PM.
04. DeRose, Programa do Curso Básico de Yôga, Uni-Yôga.
05. DeRose, Boas Maneiras no Yôga, Nobel.
06. DeRose, Eu me lembro..., Nobel.
07. DeRose, Encontro com o Mestre, Matrix (Brasil) e Kier (Argentina).
08. DeRose, Sútras – máximas de lucidez e êxtase, Nobel.
09. DeRose, Alimentação vegetariana: chega de abobrinha!Nobel
10. DeRose, Origens do Yôga Antigo, Nobel.

11. DeRose, Alternativas de relacionamento afetivo, Nobel (Brasil) e Afrontamento (Portugal).
12. DeRose, Tantra, a sexualidade sacralizada, Uni-Yôga e Longseller (Argentina).
13. DeRose, Yôga Sútra de Pátañjali, Uni-Yôga.
14. DeRose, Mensagens do Yôga, Uni-Yôga.
15. DeRose, Karma e dharma – transforme a sua vida, Uni-Yôga.
16. DeRose, Chakras e kundaliní, Nobel.
18. DeRose, Corpos do Homem e Planos do Universo, Uni-Yôga.
19. DeRose, Guia do Instrutor de Yôga, Uni-Yôga (esgotado).
20. DeRose, Prontuário de Yôga Antigo, (edição histórica só para colecionadores).

21. DeRose, A regulamentação dos profissionais de Yôga, Uni-Yôga.
22. Santos, Sérgio, Yôga, Sámkhya e Tantra, Uni-Yôga.
23. Santos, Sérgio, A força da gratidão, Uni-Yôga/
24. Flores, Anahí, Coreografias, Uni-Yôga.
25. Flores, Melina, 108 Famílias de ásanas, edição da autora.
26. Marengo, Joris, 50 Aulas práticas de SwáSthya Yôga, futuramente, Nobel.
27. Castro, Rosângela, Gourmet vegetariano, futuramente, Nobel.
28. Caramella, Edgardo, La dieta del Yôga, Kier, Buenos Aires.
29. Michaël, T. O Yôga, Zahar Editores.
30. Time-Life, Índia Antiga, Abril Coleções.

31. Shivánanda. Hatha Yôga, Editorial Kier.
32. Shivánanda. Pránáyáma, Pensamento.
33. Shivánanda. Kundaliní Yôga, Editorial Kier.
34. Shivánanda. Tantra Yôga, Nada Yôga e Kriyá Yôga, Editorial Kier.
35. Shivánanda. Autobiografia, Pensamento.
36. Shivánanda. Japa Yôga, Edição do Shivánanda Ashram.
37. Bernard, T. El Camino Práctico del Yôga.
38. Eliade, M. Pátañjali y el Yôga, Editora Paidós.
39. Eliade, M. Técnicas del Yôga, Cia. Fabril Editora.
40. Eliade, M. Yôga, imortalidade e liberdade, Editora Palas Athena.

41.. Purôhit Swámi, Aphorisms of Yôga, Faber & Faber (Londres e Boston).
42. Kastberger, F. Léxico de Filosofía Hindú, Editorial Kier.
43. Van Lysebeth. Tantra, o Culto da Feminilidade, Summus Editorial.
44. Blay, A. Tantra Yôga, Iberia
45. Woodroffe, J. Principios del Tantra, Editorial Kier.
46. Woodroffe, J. Shaktí y Shakta, Editorial Kier.
47. Avalon, A. El Poder Serpentino, Editorial Kier.
48. Gôswámi. Laya Yôga.
49. Monier-Williams. Sanskrit-English Dictionary, Oriental Publishers.
50. Feuerstein, G. A tradição do Yôga, Pensamento