sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Oeste mais forte e mais unido!Nova instrutora em Sta Cruz/Vimeiro

Parabéns à nossa nova colega (ex-aluna), Instrutora de SwáSthya Yôga Ana Luísa Paulo, que começou connosco na Lourinhã em 2004, monitorada pelo Professor António Pereira (na foto), nosso monitor também! Força! Vale a pena trabalhar com Yôga!

Agora somos 4 profissionais à conquista do Oeste: Sara Magnum em Torres Vedras e Sobral de Monte Agraço; António Matos em Alcobaça e Benedita; Nós em Caldas, Peniche, Lourinhã e Rio Maior;

Ana trabalha na sua casa perto do Vimeiro, A-dos-Cunhados.Casada, com 2 filhos, mudou o karma ao mudar de profissão e está feliz como nunca ao realizar-se profissionalmente nesta missão de levar esta cultura milenar às pessoas sensíveis da nossa terra
.

Ana c o Prof. António Pereira e na praia de Santa Rita.






segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Arte das nossas alunas Patrícia e Carolina

A amiga Patrícia ofereceu-nos um poema mt bonito q faz parte dum livro seu a editar em breve. E a Carolina enviou foto do seu trabalho.Mto obrigado!

"Percutindo sob insistência
e horas a fio,
talhava, esculpia
na pedra da incerteza
uma direcção melhor.

Ao ritmo da sua melodia
continuava,
enérgico,
por vezes, sôfrego,
outros ainda esquecido
meio distante da razão.
Continuava, porém
percutindo com
toscas ferramentas
um endereço que
ia polindo com cuidado.

sábado, 8 de novembro de 2008

Nossa aluna Gabriela comenta o livro "Eu Me Lembro" de DeRose

fotos: Manuela Soares.Nossos alunos da Lourinhã na praia da Areia Branca, à direita.


Acho bonito este texto (aliás este livro é todo bonito, inocente, ternurento...).

"O pôr do sol

Quando o sol se punha, todos parávamos o que estivéssemos fazendo e ficávamos em pequenos agrupamentos observando o crepúsculo. As famílias se reuniam, as crianças se encarapitavam nos ombros dos mais velhos ou no colo dos pais. Os casais se acolhiam e acariciavam.

Essa era a hora de fazer as pazes, se alguém ainda estava ressentido com alguma coisa; era também uma hora de recitar poesias, quase sempre compostas de improviso, ali mesmo. Sempre foi muito fácil para o nosso povo compor poemas de amor, ao pôr do sol, pois os rostos ficavam docemente iluminados pelo alaranjado do sol poente.

Não tinhamos noção do que era aquele disco luminoso no céu, mas sabíamos que era lindo e que devíamos a ele a nossa vida, a luz que nos iluminava, o calor que nos aquecia no inverno. Não imaginávamos que fosse alguma divindade e sim um fenômeno natural como o raio, o trovão ou a chuva, e o reverenciávamos com um grande respeito e afeto."

DeRose, in "EU ME LEMBRO"